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A Manvia, encontra-se desde agosto de 2015, a prestar serviços de Operação e Manutenção dos Subsistemas de Saneamento das Águas de Vale do Tejo na região do Zêzere e Côa.

Este sistema Multimunicipal engloba um total de 320 km de emissários: 160 Estações de Tratamento (ETAR) e 137 Estações Elevatórias (EEAR), servindo 159 mil habitantes, dispersos numa área geográfica de 6393 km2 e 14 localidades: Aguiar da Beira, Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fundão, Guarda, Mêda, Penamacor, Pinhel, Sabugal, Fornos de Algodres, Gouveia, Oliveira do Hospital e Seia.

O elevado número de instalações e a dispersão geográfica, entre as infraestruturas que caraterizam um contrato desta natureza, são alguns dos maiores obstáculos e desafios, para quem trabalha nesta atividade.

“Um dos maiores desafios deste contrato é conseguir controlar as mais de 300 instalações, melhorando a questão da automação e evitando a deslocação de recursos humanos, para conseguirmos ter ETARS mais autónomas e possíveis de gerir à distância”, sublinhou Catarina Cleto, diretora deste contrato, acrescentando que “hoje, a Manvia já dispõe de tecnologia que permite obter um controlo mais eficaz”.

Neste sentido, a inclusão de um software de apoio à gestão da operação (NAVIATM) tem permitido, não só otimizar as rotinas operacionais e controlar processos de tratamento, como ainda desmaterializar processos com a utilização de tablets e outras plataformas informáticas.

O contrato, que é efetuado em consórcio com a Lena Ambiente, tem uma duração de três anos com possibilidade de mais dois, representando um reforço da aposta da Manvia na área do Ambiente.

A prestação de serviços engloba a operação das ETAR e EEAR e rede de drenagem, gestão global integrada de todos os resíduos de manutenção e operação (subprodutos: areias, gradados e lamas), manutenção preventiva e corretiva, controlo analítico e manutenção dos espaços verdes, reunindo para o efeito uma equipa técnica multidisciplinar, composta por 32 colaboradores residentes.